"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória”.Henri Cartier-Bresson
sábado, 5 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
NEON CARDINAL
Foto: By Victor Hugo
O Neon cardinal (Paracheirodon axelrodi) é um dos peixes ornamentais mais conhecidos e utilizados no mundo aquarístico, sua fama se iguala à dos Kinguios (Carassius auratus), Bettas (Betta splendens), Lebistes (Poecilia reticulata), etc.
Possui como característica principal a faixa neon, que percorre seu corpo horizontalmente e termina na base da nadadeira adiposa, e o ventre vermelho.
É de origem sul americana e está amplamente distribuído desde o Orinoco (Venezuela), pelo rio Vaupes e o norte e leste do rio Negro até o noroeste da Colômbia.
Possui como característica principal a faixa neon, que percorre seu corpo horizontalmente e termina na base da nadadeira adiposa, e o ventre vermelho.
É de origem sul americana e está amplamente distribuído desde o Orinoco (Venezuela), pelo rio Vaupes e o norte e leste do rio Negro até o noroeste da Colômbia.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
FACE PERDIDA...
"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"
Cecília Meireles
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
LENTES
Performance em exposição no MAM - solar do Unhão - Salvador, Ba
Empresta-me as tuas lentes
Para que eu veja da tua forma.
Empresta-mas, troca comigo
Para ver se me vês como te vejo,
Para que saibas se te vejo como me vês.
Autor: Hugo Cabelo
domingo, 6 de fevereiro de 2011
MARRECO
Os marrecos são "irmãos gêmeos" dos patos, E atingem entre 35 e 50 centímetros. No Brasil, as espécies mais conhecidas são o paturi (Nomonyx dominicus) e o irerê (Dendrocygna viduata ).
Na foto, a marreca-toicinho. Uma espécie de marreca belíssima, conhecida também por queixo-branco e paturi-do-mato.
domingo, 30 de janeiro de 2011
FEMINILIDADES
PARA QUEM SE VESTEM AS MULHERES?
Para a frutração dos marmanjos a jornalista e advogada Daniele R. F. Barbosa Mendes tece algumas considerações a respeito a partir de uma pesquisa feita pela propria;
Para a frutração dos marmanjos a jornalista e advogada Daniele R. F. Barbosa Mendes tece algumas considerações a respeito a partir de uma pesquisa feita pela propria;
Ser elogiada ou “secada” (sabe quando uma mulher olha a outra de cima a baixo procurando um “defeitinho”, algo para tranquilizá-la sobre a própria beleza diante da outra?) por outra mulher é extremamente lisonjeiro, muito mais que por um homem. E quanto mais elegante, produzida e estilosa for a outra mulher, mais valioso é seu veredito. Daí porque nos produzimos mais quando vamos nos encontrar com nossas amigas mais chiques. Aí, também tem outra questão. Nenhuma mulher quer ser “nocauteada” pela beleza da outra. Ela quer estar em pé de igualdade estética com suas semelhantes, ou, se possível, com um pé na frente. Mas, nesse caso, as outras mulheres funcionam como referencial, e não como destinatárias da produção.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
SAVEIROS DA BAIA
“Vela inflada, porão lotado, feijoada no caldeirão. É tudo que o Saveiro precisa para deslizar devagar na rampa do Mercado Modelo ou São Joaquim. Resultado do sincretismo náutico, a embarcação é descendente orgulhosa de barcos egípcios, chineses, indianos e holandeses.
Das centenas de saveiros que inflavam velas na Bahia de Todos os Santos restam apenas três. O progresso não permitirá que eles voltem todos como num cartão postal dos anos 50, mas a poesia, os causos, os cantos, os sambas de roda, as regatas, os bordejos, a arqueologia recente do Recôncavo transformam estes poucos barcos em museus ativos flutuantes, evitando que excelentes navegadores se tornem péssimos ajudantes de pedreiro.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
SEREIA
Sereia - Largo da Mariquita, Rio Vermelho, Salvador - Bahia - Brasil
A presença das sereias no folclore brasileiro é produto de um processo de convergência com as lendas européias que se deu no século XIX. Aparecem para seduzir pelo canto os navegadores e pescadores e fazê-los naufrager e morrer. Mostram-se, às vezes, aos pescadores, que se apaixonam e atiram-se n'água, morrendo afogados. Confundem-na com a Mãe-d'água, que originalmente era a Cobra-grande e não tinha processo algum de sedução, e também como Iemanjá, freqüentemente representada como uma sereia européia, loura e de olhos azuis.
Fonte: Luís da Câmara Cascudo, Dicionário do Folclore Brasileiro, São Paulo: Global, 2000
A presença das sereias no folclore brasileiro é produto de um processo de convergência com as lendas européias que se deu no século XIX. Aparecem para seduzir pelo canto os navegadores e pescadores e fazê-los naufrager e morrer. Mostram-se, às vezes, aos pescadores, que se apaixonam e atiram-se n'água, morrendo afogados. Confundem-na com a Mãe-d'água, que originalmente era a Cobra-grande e não tinha processo algum de sedução, e também como Iemanjá, freqüentemente representada como uma sereia européia, loura e de olhos azuis.
Fonte: Luís da Câmara Cascudo, Dicionário do Folclore Brasileiro, São Paulo: Global, 2000
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