"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória”
.
Henri Cartier-Bresson

sábado, 5 de março de 2011

OCASO


Ocaso é a verdadeira acepção da palavra dia
escrita sobre a água como o voo dum pássaro
que deixou no ar redemoinhos de ar
e seguiu para a aventura dum último desejo.
 
Fonte: http://brasilpoesias.ning.com/profiles/blogs/poema-ao-ocaso

ENCONTRO COM A NOITE


Pier de São Francisco do Conde, no reconcavo baiano. A cidade oferece boas locações fotográficas.

LUZ, CÂMERA, AÇÃO!


quarta-feira, 2 de março de 2011

SÉRIE RECÔNCAVO: SÃO FRANCISCO DO CONDE









Tomadas do por do sol - São Francisco do Conde - Bahia


SEU SOL

Sou sol
Só seu
Solícito
Sem solitudes
Sorvendo
Sentindo
Suando
Sonhando
Sem saturações
Sinônimos
Saudades
Sindicâncias
Sobejos
Sou sol
Sou seu
Seu sal
Só seu.

Autor: Juray de Castro

NEON CARDINAL

Foto: By Victor Hugo

O Neon cardinal (Paracheirodon axelrodi) é um dos peixes ornamentais mais conhecidos e utilizados no mundo aquarístico, sua fama se iguala à dos Kinguios (Carassius auratus), Bettas (Betta splendens), Lebistes (Poecilia reticulata), etc.

Possui como característica principal a faixa neon, que percorre seu corpo horizontalmente e termina na base da nadadeira adiposa, e o ventre vermelho.

É de origem sul americana e está amplamente distribuído desde o Orinoco (Venezuela), pelo rio Vaupes e o norte e leste do rio Negro até o noroeste da Colômbia.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

FACE PERDIDA...


"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"  

Cecília Meireles

O SONO DOS JUSTOS...

Parque das esculturas - Museu de Arte Moderna - Solar do Unhão - Salvador, Ba

A cada dia podemos repousar...
E despertar melhores do que somos.
E caso assim não aconteça...
Não tardará a finitude em conceder...
Anda que seja no ultimo repouso
O desejado sono dos justos.

Autor: Juray de Castro

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

COLORS IN CONCRETO


LENTES



Performance em exposição no MAM - solar do Unhão - Salvador, Ba

Empresta-me as tuas lentes
Para que eu veja da tua forma.
Empresta-mas, troca comigo
Para ver se me vês como te vejo,
Para que saibas se te vejo como me vês.

Autor: Hugo Cabelo



CRÁVORE

CRAVORE - Mário Cravo - MAM - Parque das Esculturas - Salvador, Ba

domingo, 6 de fevereiro de 2011

MARRECO


Os marrecos são "irmãos gêmeos" dos patos, E atingem entre 35 e 50 centímetros.  No Brasil, as espécies mais conhecidas são o paturi (Nomonyx dominicus) e o irerê (Dendrocygna viduata ).

Na foto, a marreca-toicinho. Uma espécie de marreca belíssima, conhecida também por queixo-branco e paturi-do-mato.

SÉRIE GEOMETRIA URBANA


domingo, 30 de janeiro de 2011

LUA ACESA NA VARANDA


Se avexe não viu? Pelo sim pelo não, “Deixarei a lua acesa na varanda"* para que a noite seja serena...
(...)

*Damário da Cruz

FRAGMENTARIEDADES HUMANAS

Trabalho do artista plástico Bel Borba - Rio Vermelho, Salvador - Bahia

Todos nós somos feitos de fragmentos, de pequenos pedaços com os quais compomos um todo chamado UNIVERSO.

FEMINILIDADES

PARA QUEM SE VESTEM AS MULHERES?


Para a frutração dos marmanjos a jornalista e advogada Daniele R. F. Barbosa Mendes tece algumas considerações a respeito a partir de uma pesquisa feita pela propria;

Ser elogiada ou “secada” (sabe quando uma mulher olha a outra de cima a baixo procurando um “defeitinho”, algo para tranquilizá-la sobre a própria beleza diante da outra?) por outra mulher é extremamente lisonjeiro, muito mais que por um homem. E quanto mais elegante, produzida e estilosa for a outra mulher, mais valioso é seu veredito. Daí porque nos produzimos mais quando vamos nos encontrar com nossas amigas mais chiques. Aí, também tem outra questão. Nenhuma mulher quer ser “nocauteada” pela beleza da outra. Ela quer estar em pé de igualdade estética com suas semelhantes, ou, se possível, com um pé na frente. Mas, nesse caso, as outras mulheres funcionam como referencial, e não como destinatárias da produção.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

SAVEIROS DA BAIA


“Vela inflada, porão lotado, feijoada no caldeirão. É tudo que o Saveiro precisa para deslizar devagar na rampa do Mercado Modelo ou São Joaquim. Resultado do sincretismo náutico, a embarcação é descendente orgulhosa de barcos egípcios, chineses, indianos e holandeses. 

Das centenas de saveiros que inflavam velas na Bahia de Todos os Santos restam apenas três.  O progresso não permitirá que eles voltem todos como num cartão postal dos anos 50, mas a poesia, os causos, os cantos, os sambas de roda, as regatas, os bordejos, a arqueologia recente do Recôncavo transformam estes poucos barcos em museus ativos flutuantes, evitando que excelentes navegadores se tornem péssimos ajudantes de pedreiro.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

OI GATA, VOCÊ VEM SEMPRE AQUI?


Esculturas no Largo da Mariquita, Rio Vermelho, Salvador, Bahia - Brasil


VEM CHEGANDO O VERÃO...

Praia de Piatã - Salvador, Bahia, Brasil

Vem chegando o verão
O calor no coração
Essa magia colorida
São coisas da vida...

 Uma noite e meia - Marina Lima

COMO UMA ONDA...

 Escultura Odoyá, Rio Vermelho, Salvador, Bahia - Brasil

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Como uma onda  - Lulu Santos


SEREIA

Sereia - Largo da Mariquita, Rio Vermelho, Salvador - Bahia - Brasil

A presença das sereias no folclore brasileiro é produto de um processo de convergência com as lendas européias que se deu no século XIX. Aparecem para seduzir pelo canto os navegadores e pescadores e fazê-los naufrager e morrer. Mostram-se, às vezes, aos pescadores, que se apaixonam e atiram-se n'água, morrendo afogados. Confundem-na com a Mãe-d'água, que originalmente era a Cobra-grande e não tinha processo algum de sedução, e também como Iemanjá, freqüentemente representada como uma sereia européia, loura e de olhos azuis.

Fonte: Luís da Câmara Cascudo, Dicionário do Folclore Brasileiro, São Paulo: Global, 2000