"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória”
.
Henri Cartier-Bresson

domingo, 5 de setembro de 2010

RAPEL URBANO



 Interessante como por vezes precisamos sair um pouco para só então lançar novos olhares ao ambiente em que vivemos.

 Voltando a Salvador e circulando pela Avenida Luiz Viana tambem chamada "Paralela" , chama atenção  o espaço e o verde exuberante do seu canteiro central, sendo difícil deixar de comparar o puro contraste com a estrutura concreta de SAMPA debaixo do seu quase sempre ceu nublado.
 
O mais curioso, é que tanto aqui como lá se prestarmos atenção à nossa volta poderemos perceber latente o sangue que corre nas veias dos aventureiros urbanos.



Encontrei aqui, exatamente na passarela do EXTRA, uma anônima aventureira em sua primeira descida de rapel. Não tivemos tempo de nos apresentar, saber seu nome, mas não poderia deixar de partilhar o registro de um momento que marcará a sua história.



Alguns minutos de descida  lentamente usufruidos com muita pasciencia sob a orientação do instrutor e a nossa aventureira urbana já se mostra totalmente à vontade. Quem sabe qual será o desafio amanhã?


Para quem tem sede de aventura, o desafio é o sangue que pulsa nas veias: 

3 comentários:

Cledson Santos disse...

Descendo da nave....

SAM disse...

mto legal!! Essa foi a equipe do bombeiro Barbosa?
vou fazer tb com ele !!!!

Marina. disse...

Juray, você pegou o contato dos instrutores de rapel nesse dia?